Contabilidade integrada

Seu contador não deveria estar digitando o que a operação já registrou

Entre a sua operação e a contabilidade existe uma planilha — e alguém que transcreve tudo de novo do outro lado.

A planilha no meio do caminho

Fecha o mês. Alguém da sua equipe exporta a planilha de títulos compensados e notas emitidas e manda para a contabilidade. Do outro lado, o contador abre o sistema dele e transcreve lançamento por lançamento.

Ninguém escolheu esse processo — ele existe porque os dois lados nunca conversaram. E custa dos dois lados: o contador gasta em digitação as horas que deveriam ir para análise, e o seu balancete espera essa digitação terminar.

Quando vem erro na planilha, ninguém descobre na hora. Descobre depois de já ter lançado — e aí corrigir custa mais do que teria custado fazer certo.

Como funciona no frotista

Quem configura é o contador, e é ele quem manda: define o plano de contas e os tipos de operação — débito, crédito, histórico e CFOP de cada movimento. Uma vez.

Daí em diante o lançamento nasce junto com o fato. Cada título compensado gera o seu. Cada nota emitida gera subtotal, total e retenções. Exatamente como ele classificou, sem ninguém interpretando no meio.

No fechamento ele exporta o período no layout que já usa — Radar, Athenas ou VERS — e importa direto. O SPED, ECD e ECF, sai dos mesmos dados.

Lista de operações contábeis geradas no período, com colunas de data, débito, crédito, número do documento, valor, histórico e tipo de operação

Os lançamentos do mês, gerados a partir dos títulos e notas da própria operação.

O que muda para você

O balancete para de esperar a digitação de alguém.

Some a divergência entre o que você mandou e o que foi lançado, porque deixa de existir transcrição no meio do caminho.

E a conversa com a contabilidade deixa de ser sobre planilha e prazo, e passa a ser sobre o resultado do mês.

O que muda para o seu contador

Ele para de gastar em digitação as horas que deveriam ir para análise. O trabalho dele volta a ser contabilidade.

A informação chega melhor: sai da origem, já classificada com o histórico e o CFOP que ele mesmo definiu. Não passa por planilha, não depende de alguém interpretar um relatório.

E ele não perde controle — ganha. O plano de contas continua sendo dele; o que muda é que ele para de executar à mão aquilo que já decidiu uma vez.

Onde o frotista para

Apuração, regime e classificação continuam sendo decisão da contabilidade — é ela que conhece as particularidades do seu negócio, e é assim que tem de ser.

O frotista resolve a parte operacional: gerar os lançamentos a partir do que já aconteceu e entregar a exportação pronta. A contabilidade continua sendo feita por quem sabe fazer.

Chame o seu contador para ver junto

Em 30 minutos mostramos os lançamentos saindo da operação e a exportação pronta para o sistema que ele já usa.

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